Posts Tagged ‘Feminismo’

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Tire suas mãos de mim, eu não pertenço a você.

13 de julho de 2014

Dran

Do artista de rua francês Dran, talvez pra que a gente se ligue no quão bizarra é uma sociedade que acha esse tipo de violência moral contra a mulher uma parada natural.

Saca mais da arte do Dran aqui.

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Procuro manter o machismo longe de mim todos os dias

8 de março de 2014

Mas a cada situação violenta, desrespeitosa e imoral a que ele me enquadra direta ou indiretamente, me assola o sentimento de que nós, mulheres, continuamos sendo vistas como marionetes manipuladas pela ignorância patriarcal em seus mais diversos e bizarros formatos.
Dói.

marionetes

(Arte de Begoña Arostegui para o dia Internacional da Mulher)

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Agora um funk

15 de janeiro de 2014

Se o corpo
Se o corpo
Se o corpo é da Mulher

Se o corpo
Se o corpo
Se o corpo é da Mulher

Ela dá pra quem quiser
Ela dá pra quem quiser

Ela dá pra quem quiser
Ela dá pra quem quiser

😉

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Trepar é coisa séria

15 de novembro de 2013

Então você aí que trepa com um/uma aqui acolá sem camisinha, utilizando como “prevenção” só o sexto sentido de que nada vai acontecer, um recado: meu primo acaba de falecer com o vírus do HIV.

Um cara jovem, talentosíssimo, coração bom, super querido.

Poderia ter sido eu.
Poderia ter sido você.

Ou você vai atirar a primeira pedra, dizer que não faz parte de um grupo de risco e que meu primo morreu porque era gay?

Pois saiba que mulheres casadas ou com parceiros fixos também “não fazem parte” deste grupo de risco, mas representam um dos perfis de infectados que mais cresce no Brasil.

Se liga!

“Sexto sentido” é hedonismo e burrice disfarçada!

Só você pode cuidar de si, e quando se é mulher esse convencimento e pulso firme precisam ser maiores do que a conversinha de “ele não sobe com camisinha!” ou outras balelas que a gente tem que ouvir ¬¬

Ninguém DEFINITIVAMENTE sabe por onde o outro esteve antes de estar aí trepando com você!

Agora, se você prefere naturalizar o perigo na sua vida sexual, não esqueça que sexo, pra acontecer, precisa de no mínimo duas pessoas, e naquele instante você não é responsável apenas por si próprio, mas também pelo outro.

Isso se chama respeito. Isso se chama cuidado com o próximo. Isso se chama sensatez.

Trepar é bom mas não deixa de ser coisa séria.

É bom não esquecer.

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Sobre a moça indiana estuprada por 6 homens

29 de dezembro de 2012

 

Nenhum indiano aí achou isso natural

 

protesto índia

 

[Foto de um dos protestos pelo fim da violência sexual e por mais segurança ocorrido após a morte da jovem vítima de estupro em Nova Deli – Índia]

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Ninguém segura essas Marias

6 de setembro de 2012

Maria foi minha babá. Mais de meu irmão do que minha, tá certo. Sempre rolou uma inveja de minha parte por conta disso.

Quarenta e tantos, moradora da periferia, empregada doméstica desde que se entende por gente, baixinha do interior, mãe solteira de 4 marmanjos que não servem sequer pra avisá-la do dia exato em que iriam crismar – desavisada, Maria não foi à igreja naquele dia.

Nas horas vagas, gosta de capinar com as mãos o quintal de sua casa “pro mato demorar mais a crescer”. Aliás, ela também usa a mesma técnica de capinação aqui no quintal de casa, isso enquanto espera meu pai descer com o pagamento pela pilhas de roupas que acabou de passar.

Maria, quando descansa, capina quintais.

E poda as árvores.

E alimenta o Jabuti.

E lava as louças sujas da pia.

E faz bainhas de calça por três reais.

Se precisar, também carrega pedra.

Aí as eleições chegaram.

Maria vota em Quatipurú. De dois em dois anos, ela se prepara para visitar a família sob o custeio das máquinas eleitorais coronelistas, as mesmas que a registraram como se tivesse mais idade do que tinha de fato, tornando-a, dessa forma, mais velha e apta a votar.

Maria até hoje não sabe quantos anos tem de verdade. São apenas palpites.

-E esse cara aí, que tá a fim de se eleger usando as merdas que o Dudu fez como exemplo, Maroca. Já viste esse papo?

-Já, menina… mas nem que eu votasse aqui eu votava nele. Ainda mais, esse negócio de votar… O Agla (Aglailson, seu filho caçula que quer quebrar toda a casa quando chega bêbado da rua) disse que não vai pro Quatipurú só pra votar esse ano, mas os outros meninos parece que vão.

-E tu, vais  também?

-Vou. Quer dizer, se mandarem o carro, eu vou.

-E eles mandam o carro pra vocês votarem no candidato deles, né?

-É, mas chegando lá nós vota em quem nós quer. Ninguém vai saber mesmo, ora droga! (risos)

Foi aí que me ocorreu que as Marias (inclusive aquelas que não vivem, apenas aguentam) estão aprendendo a votar.

E quando aprenderem de vez, ninguém segura essas Marias…

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Aviso:

22 de agosto de 2012

Eu e meu eterno exercício de enxergar no cotidiano outras possibilidades continuamos aqui, quem quiser pode chegar 😉

Lúcio Flávio Pinto

A Agenda Amazônica de um jornalismo de combate

Grupo Ecosol

Grupo de Pesquisa em Economia Solidária

Das Lutas

Coletivo

[PONTO DE PAUTA] para o livre debate.

Destina-se a abordar criticamente acontecimentos relacionados à política, à economia e à cultura no Brasil, na Amazônia e no Pará em contraponto com a visão editorial conservadora dos chamados grandes órgãos de comunicação.

Ginecosofía

Sabiduría Ancestral de las Mujeres

CINE CCBEU

Em fase de treinamento.

Cine Líbero Luxardo

Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves

CINE OLYMPIA

Em fase de treinamento.

Centro Cultural SESC Boulevard

Em fase de treinamento.

BLOG DO BARATA

Em fase de treinamento.

Site da Enecos

Em fase de treinamento.

Xingu Vivo

Em fase de treinamento.

Hupomnemata

Em fase de treinamento.

Manuel Dutra

Em fase de treinamento.