Archive for the ‘Observatório da Mídia’ Category

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Notas mentais: Quadrinhos, Zines, Revistas

31 de janeiro de 2013

1- Nunca mais abandonar as histórias em quadrinho. Elas são fontes saudáveis pra minha mente hiperativa que só vai sossegar quando eu tiver um filho, plantar mais árvores e escrever uma HQ.

2- O quadrinho nacional está vivo. Aqui em Belém, continua dando suspiros em busca do fôlego de novos leitores e de novas (e boas) publicações. Mas tem a seu favor um histórico de vários traços de pessoas apaixonadas pela arte sequencial paraense, que estão empenhadas em não deixar a coisa morrer. Estão de parabéns Andrei Miralha, Otoniel Oliveira, Bichara Gaby, Luís Claudio Negrão, Alan Yango, Joe Bennett e todos os envolvidos na cuidadosa exposição sobre a história do quadrinho paraense e do bate-papo em homenagem ao dia do quadrinho nacional. Vida longa às HQs verde-amarelas!

3-Belém vai fazer 400 anos e precisa de um quadrinho comemorativo. BLURB BLURB (som de ideias borbulhando).

4- A revista Gotaz, do Gotazkaen estúdio,  é o que hoje eu considero como dos mais contemporâneos veículos de comunicação daqui de Belém. Ainda não li todo o exemplar que recebi *gratuitamente*(o patrocínio é da Funarte) lá no lançamento, só passei um pano bem rápido, mas toda a ação do Estúdio em torno dessa segunda edição da revista já é um termômetro pra sacar qual é o papo da galera – e é um papo muito acertado, abrangente e  instigante. Estamos carentes de produções assim pra sacudir o mundo dos impressos água-sal-papel fedido que temos por aqui. Valeu a pena brindar a noite na galeria, sacando a Gotaz. Tá linda!

5- Os Zines boooombam na cena hardcore em Belém. Fiquei de cara com as produções que os camaradas estavam expondo lá no lançamento da Gotaz. Tinha até um zine feminista :D. Comprei o “Feto em conserva”, da Aberrante publicações. Pois é, escolhi o mais excêntrico =p

6- Deixa eu dormir que amanhã tem orientação!

 

See ya

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Quando a ENECOS fala por mim

28 de janeiro de 2013

NOTA DE SOLIDARIEDADE DA ENECOS AOS FAMILIARES E AMIGOS DAS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA EM SANTA MARIA

Estamos em choque. Abalados/abaladas por uma noite que para sempre marcará as lembranças, os corações e as histórias de todos/as que de alguma forma se sentiram tocados/as. “Com o passar do tempo fui apagando fronteiras, e cada vez mais me sinto mais livre dos mapas do mundo e do tempo”, este sentimento expresso pelo escritor Eduardo Galeano pode ser experimentado a cada instante. Inclusive em toda a tristeza e comoção despertadas na madrugada deste 27 de janeiro de 2013. Um domingo que se manterá por muito como símbolo de uma tragédia.

Sem fronteiras, a dor que se iniciou em Santa Maria-RS tomou conta de diversos lares, espalhados e unidos lares e famílias iguais aos da cidade gaúcha. Os sentimentos não se limitaram. Não se resguardam em restrições geográficas ou de laços. A ajuda tampouco pode. É preciso agir para se minimizar ao máximo o peso do momento para as famílias, e também para que momentos assim não voltem a se repetir.

Dessa forma, a dimensão do ocorrido e sua transformação em informações gerais numéricas, devem servir para se encaminhar corretamente as respostas e propostas a seu espaço. Nunca para limitar-se “apenas” em seu impacto. Centenas de jovens perderam sua vida. Centenas de famílias não serão mais as mesmas. As lágrimas deixarão marcas em cada pele e alma afetada pela tragédia.

Apregoar números nas costas das pessoas traz em si uma desumanização inerente. Assim, mesmo numa dor tão compartilhada e coletivizada em cada tempo e espaço, faz-se necessário que a história de cada indivíduo não se perca perante a multidão. O drama mais fiel é carregado pelo peso da perda de cada vítima. Ninguém pode ser somente “mais um”, ao risco de transformarmos cada pessoa e sentimento em meros passageiros vendidos a dados.

Nomes e trajetórias não podem se resumir a 1, 2, 3… Entendemos que o levantamento geral do ocorrido deve servir para orientar perguntas, não esconder respostas. E algo tão assustador e chocante não pode se limitar em “mais um”. Enquanto a solidariedade e a indignação se esbarrar no próprio limite do impacto, continuarão a se repetir como uma história que só tem “finais”, trágicos, porém, infinitos. Sem se identificar verdadeiramente com as vítimas logo amanhece um “novo dia”, que se fechará com novas mortes, sentimentos e esquecimentos.

Como num espelho, é preciso que enxerguemos e que sintamo-nos presentes, parte e reflexo da história reproduzida. Assim, a Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – ENECOS lamenta profundamente o ocorrido e, em referência a todas as famílias, se entristece e identifica com cada um(a) da vítimas através da Allana Willers e do Emerson Cardozo, graduandos de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria.

Toda solidariedade e boas energias às famílias!

Janeiro de 2013,
Coordenação Nacional da Enecos

 

Retirado de enecos.org

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Status Teceçônico

28 de janeiro de 2013

Dando o pulo do gato.

 

Eu seeeei que já tive 14894674 temas de TCC – e com projeto pronto, orientador escolhido e o escambau – mas agora não tem mas volta. Com todas as disciplinas concluídas lá na FaCom *SIM, EU FINALMENTE POSSO DECLARAR ISSO*, não dava mais pra brincar da minha brincadeira favorita de pensar-pesquisar-montar projeto de TCC. Foi até bom enquanto durou porque me rendeu boas leituras e até algumas publicações, mas that’s over, baby.

Logo depois da greve, quando achava que ia conseguir me formar (pegadinha do malandro, rá!) escolhi um objeto com o qual eu tenho uma boa familiaridade de experiência sensível, digamos assim, pra desenvolvê-lo com mais destreza. Fiquei MUITO satisfeita com a minha decisão, conversei com um galeral e todo mundo gostou, SÓ QUE ainda faltava alguma coisa, sabe, aquela coisa, pra que ele pudesse rolar de vez.

Aí eis que hoje, depois da caralhésima pesquisa google scholar ( tô viciada em ler teses, monos e artigos, meu chessus!), acabo de dar o pulo do gato, sabe? E esse eu diria que foi o pulo do gato ninja, hehe.

Então sem mais firulas e a quem interessar possa:

Estou pesquisando a relação Mídia-Música-Memória nos Tecnobregas produzidos entre os anos 2002 a 2007. Sabe aqueles bregas que falam de aparelhagem, dj’s e casas de show tipo

“RUBI, RUBI, TU ÉS O MEU RUBI/RUBI, RUBI, EU SOU O SEU RUBI”

ou

É O EL SONIDOOO/ QUE VAI TOCAAAR/ A FORÇA JOVEEMMM/ AO SOM DO TAUÁÁÁ”

?

Pois é, estou analisando 9 deles para verificar seu poder de jingle publicitário na memória de seu público. Bom, na verdade é um pouco mais complexo que isso, mas aí já basta o que eu tenho que parir aqui nesse doc do word que me olha 24h por dia  dessa barra de tarefas aqui embaixo =p

Já tá tudo estruturadíssimo, embasadíssimo, redondíssimo, agora é HARD PAU NA MÁQUINA.

E isso ao som das novas pedras do brega, é claro 😉

   

 

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Primeiras impressões sobre as campanhas televisivas para a prefeitura de Belém

22 de agosto de 2012

A grande jogada começou, Belém. O circo está armado. TSE deu bandeira branca para veiculação das campanhas de rádio e TV dos candidatos à prefeitura de Belém. Não vi os programas de ontem, mas os de hoje já me deram um termômetro do que vai ser essa campanha televisiva, de forma geral: piegas.

Mimimmi, fulano nasceu pobre no interior de não sei onde, filho de pais humildes, batalhou pra vencer na vida e começou desde muito cedo na políticazZzZzZzZz…

Segue algumas das minhas impressões sobre as campanhas televisivas, onde arrisco um ponto de vista acerca da comunicação social/da publicidade e (rasteiramente) da política.

 

Tô tentando transformar meu hobby de infância (de ver horário político) em pesquisa no campo da comunicação =]

*REPITO: as observações a seguir são exclusivamente pessoais*

Anivaldo Vale: Como é bem evidente que ele não tem chances de vencer, minha avaliação é que a intenção dessa campanha seja fazer peças caras e bonitas para limpar a barra de seu mentor político, o Duciomar, que nesta campanha está para o Anivaldo assim como Lula esteve para Dilma – por mais bizarro que isso possa soar.

No programa, Dudu aparece passeando de carro, como se estivesse saindo de Belém. Nostálgico, diz que se considera PAI da cidade e que sai da prefeitura de consciência limpa, deixando-a nas mãos de Anivaldo.

MEDO dessa concepção de “PAI” do Dudu, viu?

E se campanha televisiva boa é campanha cara, isso era tudo o que faltava pro Dudu lavar os cofres da prefeitura de Belém…

Jordy: Ele aproveitou bem seu pouco tempo de campanha pra se vender, mas tenho minhas dúvidas se esse eterno discurso de Jordy ficha limpa e bonachão, depois dos últimos acontecimentos políticos e pessoais do candidato, ainda pode funcionar.

Priante: A mesma campanha batida de sempre essa do PMDB. O candidato é o mesmo de sempre, mas o contexto da cidade e dos eleitores não, gente!  Parece que utilizar a velha fórmula de bolo é mais negócio… E essa fórmula é antiga, hein, Jáder?

Jefferson Lima: “Você pode não nos ver nas ruas, mas estamos no seu coração” poderia ser substituído por “não tenho militância nas ruas, mas tenho tempo de TV, vote em mim”. O programa vai de nada pra lugar nenhum, não comunica nada de interesse público à informação. E o cara é jornalista, tá ligado?

Alfredo Costa: Vergonha alheia dessa campanha do PT. Prova cabal da desmoralização do partido aqui no estado e de que sem candidato forte e sem dinheiro a falta de comprometimento com a população fica ainda mais gritante. Conteúdo e qualidade técnica ZERO. Que feio, PT!

Edmilson Rodrigues: Seu pouco tempo de TV foi bem aproveitado, mostrando a aceitação da população nas ruas e explorando a imagem carismática do candidato. Só acho um vacilo não mostrarem a pesquisa de intenção de voto, onde o Ed está na frente, nem convocarem a população a elegê-lo ainda no primeiro turno. Espero que isso seja sanado nas próximas peças. Ed é meu candidato, tô com ele e não abro 😀 (outra hora eu escrevo exclusivamente sobre isso aqui).

Zenaldo: O programa foi um Ctrl C Ctrl V da campanha do Jatene ao governo, da campanha do “Não” à divisão do Estado e das peças institucionais do governo tucano, ou seja: um programa caro, com poucas inovações, mas que “pega”, principalmente em quem ainda não escolheu pra quem vai seu voto. O lance do “ZenaldAêÊÊ” foi uma ótima sacada e parece que vai se manter nos próximos programas ( se fosse eu, manteria). Zenaldo é um candidato bom (personificamente falando, o cara é do PSDB, longe de mim defendê-lo para prefeito de minha cidade) e está sendo bem aproveitado. Ou seja: dessa campanha eu tenho medo.

 

Continuaremos com as análises, que aqui no blog serão semanais.

E como minha intenção não é ser de um todo parcial, aí vai a minha dica, sem medo de ser feliz:

EDMILSON 50 PARA PREFEITO DE BELÉM \o/

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Os Oclinhos do Muniz

26 de junho de 2012

Ontem o Muniz Sodré foi o convidado do Roda Viva, aí como eu sou toda fanzinha dele, fiquei ligada no papo.

O Muniz é um dos caras que eu mais considero na pesquisa em comunicação. Eu e uma galera, é verdade. É professor emérito da UFRJ e, aliás, está em “greve política”, segundo suas próprias palavras. É negro, nascido no interior da Bahia e traz em suas obras e intervenções todas essas marcas.

Quando eu fui pro ALAIC, peguei o mesmo vôo para Montevideo que ele e Raquel Paiva, sua esposa e também pesquisadora, e deu vontade de dizer “Olá Muniz, obrigada pelas suas contribuições para a pesquisa em comunicação do país… [tapinha no ombro] Agora deixa eu tirar uma foto com seus oclinhos maneiros?”

Mas a gente não deve se queimar tão fácil assim, né?

Segui adiante no avião enquanto ele ficou ali, na classe A, muito chique.

No Roda Viva, o Munizote mandou muito bem, embora eu tenha ficado com a impressão de que os convidados não o aproveitaram tanto, dando voltas nas mesmas perguntas.

Muniz é um cara muito sensato para um professor de comunicação social, fico impressionada.

Ele fala da educação de forma política, da valorização do educador, defende a militância, tem uma visão histórica do Brasil e da América Latina muito coerente e que enriquece um bocado suas análises mais atuais. É mutável, daqueles pesquisadores que não morrem defendendo esta ou aquela teoria acerca dos processos sociais – já que eles também são mutáveis –  e o mais importate: Muniz tem me ajudado muito no meu TCC, hehe.

Mas das tantas coisas que ele  disse ontem, uma me empolgou demais. Quando questionado sobre sua avaliação em relação ao futuro da educação do País, Muniz não vacila:

“Sou um pessimista ativo. Sou pessimista em relação à realidade, mas busco transformá-la”.

No fim desse meu treinamento de heroína eu quero ser Professora/pesquisadora igual ao Muniz, mas que ele me permita uma única alteração de postura: a de ser uma OTIMISTA ativa.

Porque de resto, até com os oclinhos redondinhos dele eu tenho acordo. =]

 

 

*Leia o resumo da entrevista em Roda Viva

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Leituras com Raul

15 de abril de 2012

“Eu tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar e não posso ficar aí paraaado”

Raulzito tá torando nesse domingo aqui em casa.

As leituras também:

Introdução à Filosofia da arte – Benedito Nunes, para a aula de história da arte;

(tem aqui em pdf)

História recente do Grafite – Maria Luiza Viana e Piero Bagnariol, para o seminário de história da arte.

Os Exercícios do ver – Hegemonia audiovisual e ficção televisiva– J. Martín Barbero & German Rey, para o TCC e para o artigo do ENECULT (inscrições até o dia 18, heim?)

Resoluções da I conferência nacional de comunicação que se referem à regionalização e produção de conteúdo, também para o artigo.

As demandas são várias, os prazos estão apertados…

 “Não pare na pista/ é muito cedo pra você se acostumar/ amor, não desista / se você pára o carro pode te pegar/ bibi fomfom neném”

Tá meio Raul-auto-ajuda essa minha playlist hoje, né?

Daqui a pouco rola

“Eu disse não não não não eu já parei de fumar/cansei de acordar pelo chão/Muito obrigado, eu já estou calejado/ não quero mais andar na contra-mão”

aí eu paro com as músicas e fico só nas leituras, que estão parecendo mais avançadas.

“Importa igualmente o ocultamento do real produzido pelo discurso audiovisual da informação, no qual a substituição da cifra simbólica, elo entre o passado e o presente, pela fragmentação exigida pelo espetáculo transforma o desejo de saber pela mera pulsão de ver“. (Barbero e Rey)

Se ligaram que tá uma bagunça essa minha cabeça? Pois é.

Boa semana procêis.

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Investigando as origens da tremidinha

19 de março de 2012

Aqui no Pará a gente tem uma relação tradicional com o verbo tremer, herdado do Brega.

Acho que desde os primórdios da aparelhagem “Tupinambá – o Treme terra”, o verbo foi popularizado como expressão para designar agitação, potência, frenesi, muita onda.

Mas eu disse POPULARIZADO, porque UTILIZADO ele deve ter sido desde tempos onde a minha memória histórica não chega, e deve ter a ver com a nossa tradição de ouvir som nas alturas, fazendo a terra tremer.

Vivo essa tradição aqui em casa geralmete aos domingos, quando meu pai compra aquela cerveja e põe o treme terra da família Machado pra tocar.

Estagiei por mais de um ano na ilha do Marajó e saquei que isso de ouvir som alto é ainda mais forte nos interiores do estado. Em várias casas da comunidade onde ficava a base do meu estágio, a gente podia ouvir lááá de longe as caixas amplificadas, que toravam no som o dia todo.

Inclusive, essa é a origem das aparelhagens gigantescas que a gente conhece hoje como Super Pop, Príncipe Negro, Rubi e outras mais: tudo se iniciou com a galera que  fazia aglomerados de caixas de som pra aumentar a potência do som. Aí evoluiu, evoluiu, e hoje são toda aquela parafernália de torres sonoras que fazem o maior sucesso.

Eu acho isso demais, sinceramente.

Depois do trabalho lá no Marajó, eu adorava me meter no bar do nego pra ficar atracada com uma garrafa de São Pedro, um vinho que custava 3,50, ouvindo credeence ou baile da saudade. O bar se resumia à uma palhoça com uma mesa de bilhar, um dvd à disposição do cliente e uma caixa amplificada. Por mais que o bar ficasse nos fundos da nossa base, chegar lá no meio do mato e sem nenhuma iluminação era uma aventura…

Bons tempos aqueles =]

Mas hoje, popular meeesmo é o “tremidinha“, um passo do tecnobrega onde as pessoas abrem os braços, projetam o ombrinho e metem ficha na tremedeira.

Os brodinhos desse vídeo são profissionais nesse lance. Eu fico pagando pra habilidade dessa galera, na moral.

Endoida, moleque!

Tenho a impressão de que esse passo surgiu a partir da música “Galera da laje”, que quando o refrão dizia

“Laje, Laje

a galera da laje”

o povo abria os braços e as mãos e se sacudia pra frente e pra trás, assim:

Mas também acho que a origem da tremidinha pode ter a ver com a “metralhada” dos dj’s Elison e Juninho na apoteose do Super-pop, quando eles sobem no “altar sonoro” com um teclado-guitarra-metralhadora-gigante (eu não sei mesmo que diabos é aquilo, só sei que sai faísca quando ele começa a “metralhar” o som em todo mundo). A galera coloca a mão pra frente, junta os dedos indicadores e “o do cotoco”, levanta os polegares e se sacode pra frente e pra trás, como se tivesse atirando com uma metralhadora.

Não encontrei esse passinho, mas momento é esse aqui:

Aí eu me pergunto:

Seria a “tremidinha” um desdobramento do “laje laje” e da “metralhada”?

Esta é a minha hipótese. =p

No festival Grito Rock que rolou aqui em Belém esse fim de semana, a banda Gang do Eletro colocou todo mundo pra tremer, inclusive em cima do palco, com a presença ilustre de vários mestres na tremedeira. Sim, era um festival de rock e rolou tecnobrega. Sim, eu também fico intrigada com isso, vide o post anterior. E sim, eu tremi horrores no meio da galera. HEHE

Me acha na tremedeira, vai!

Porque aprender a tremer também é coisa do meu treinamento de heroína. 😉

Lúcio Flávio Pinto

A Agenda Amazônica de um jornalismo de combate

Grupo Ecosol

Grupo de Pesquisa em Economia Solidária

Das Lutas

Coletivo

[PONTO DE PAUTA] para o livre debate.

Destina-se a abordar criticamente acontecimentos relacionados à política, à economia e à cultura no Brasil, na Amazônia e no Pará em contraponto com a visão editorial conservadora dos chamados grandes órgãos de comunicação.

Ginecosofía

Sabiduría Ancestral de las Mujeres

CINE CCBEU

Em fase de treinamento.

Cine Líbero Luxardo

Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves

CINE OLYMPIA

Em fase de treinamento.

Centro Cultural SESC Boulevard

Em fase de treinamento.

BLOG DO BARATA

Em fase de treinamento.

Site da Enecos

Em fase de treinamento.

Xingu Vivo

Em fase de treinamento.

Hupomnemata

Em fase de treinamento.

Manuel Dutra

Em fase de treinamento.