Archive for the ‘Naturale’ Category

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[E há quem alegue não ser divino]

24 de agosto de 2014

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Fase verde

7 de agosto de 2014

Aprendi com Van Gogh que nosso estado de espírito sempre tem uma cor.

Eu, nessa fase de introspecção e busca pela terra e arte e esperança, ando verdinha- verdinha.

Gosto disso 🙂   

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Bora?

28 de julho de 2014

Botou a mochila nas costas e tchau.

*Ilha de Cotijuba – Praias do Vai-quem-quer e Farol*

Companheirada na Ilha

Companheirada na Ilha

Bunda solar

Bunda solar

Charretes

Entre Charos e Charretes

No café

Café com Bernard

Disfarçado

Disfarçado de mim

Agregado

Agregado

larica tropical

larica tropical

Cada um com seu cada um

Não tá fácil

Recado dado

Recado dado

Parceiros

Parceria cotidiana

Quem gosta mais?

Quem gosta mais?

Cada um tem os amigos e o pôr-do-sol que lhe cabe. Até a próxima trip, compas!

Cada um tem os amigos e o pôr-do-sol que lhe cabe. Até a próxima trip, compas!

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Benvindo

14 de julho de 2014

Semana passada tive um indício viscoso de que alguma criatura estava habitando o viveiro de babosas. Hoje, na hora de molhar a plantas, desvendei o mistério: lá estava aquele sapo de ar indiferente e olhos verde-brilhante ao refletir o jardim nesse verão.
Acontece que eu nasci “sapofóbica”, e não fosse a experiência de dividir durante um ano o mesmo escritório com Godofredo e sua esposa, um casal de sapos pré-históricos tombados como patrimônio da ONG onde eu trabalhava, não saberia como proceder a este novo contato (provavelmente procederia morrendo).
Passado o tratamento de choque, hoje minha experiência empírica conclui que, como bons pecilotérmicos, os bufonídeos só querem estar de boa na lagoa. Literalmente.
Então, camarada, você pode ficar, mas nada de movimentos bruscos ou aparições repentinas.
Vou te chamar de “Benvindo, o bem-vindo”.

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(Usei esse zoom poderoso porque fobia é fobia e eu não sou obrigada rs)

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Piquenique da Ray

13 de maio de 2014

Agora quero mostrar pra vocês uma coisa: o meu piquenique de 27 anos. Entrava ano, saía ano e eu não conseguia organizar um piquenique como sempre quis, num dia qualquer, então aproveitei que o tal 27 de abril caiu em um domingo cabalístico (Nasci em 87 e completei 27 anos no dia 27 rsrs) para o fazer.
Piquenique da Ray Final

É tão simples, mas a falta de costume das pessoas daqui causou euforia e um certo estranhamento, mas justamente isso da experimentação é que foi bacana. Minha família, que só tá acostumada com churrascos e bebedeiras das festas nos quintais (tem seu valor, claro!) no início resistiu, mas vê-los na praça tão bonitinhos e contribuindo pra que tudo desse certo já valeu o presente.

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Os amigos também chegaram junto, contribuíram com comidinhas e agilidade pra desmontar tudo antes da chuva… sim, piquenique é legal mas pra fazer tem que ter certeza do clima. Daí eu, como tinha certeza de que ia chover, tratei de aproveitar cada abraço, cada conversa e cada presença antes e depois, quando o papai resolveu estender a festa pra debaixo de uma marquise nos arredores da praça 🙂

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Gracias por dividir esse momento comigo, meus queridos!
Piqueniques têm um clima interessante de partilha e acolhimento, façamos outros, e outros e ooooutros!

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Se faz bem, vale a pena.

17 de março de 2014

Incrível como um pinguinho de espiritualidade já nos traz outros pontos de vista, né?
Não sou muito interessada “nessas coisas do oriente, romances astrais”, sempre tive um ponto de vista bem material sobre a realidade, mas confesso que me fez muito bem ter participado ontem da celebração do Ano Novo Hare Krishna.
Voltei pra casa cheia de bons pensamentos, com outro ânimo para encarar as coisas da vida e cumprir as metas difíceis que estabeleci nos últimos dias…
Sei lá, esse mundo tá tão doido que as vezes fico me perguntando se apenas a razão pura é suficiente para nos dar respostas a tudo, então compartilhar um pouquinho da fé daquelas pessoas aqueceu meu coração… e minha barriga, com aquelas comidinhas lindas hehehe!

Não importa a origem do sentimento: se faz bem, vale a pena.
Isso, pra mim, é espiritualidade 😉

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Relatos do treinamento, lição A: Da liberdade

27 de fevereiro de 2014

Liberdade não é se livrar de situações X ou Y, de pessoas A ou B, deste ou daquele lugar.
Liberdade é se livrar das amarras da mente, aquelas que atamos inconscientemente até que se transformem em enormes castelos para nos acomodarmos de um jeito covarde.

Com a mente liberta a gente voa sem olhar pra trás, aí lá na frente, quando fazemos uma pausa e olhamos ao redor, a gente vê que só levou o que estava do lado de dentro, mas que aquilo que ficou não foi esquecido: se transformou em um mosaico de lembranças tatuado no coração.

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Lúcio Flávio Pinto

A Agenda Amazônica de um jornalismo de combate

Grupo Ecosol

Grupo de Pesquisa em Economia Solidária

Das Lutas

Coletivo

[PONTO DE PAUTA] para o livre debate.

Destina-se a abordar criticamente acontecimentos relacionados à política, à economia e à cultura no Brasil, na Amazônia e no Pará em contraponto com a visão editorial conservadora dos chamados grandes órgãos de comunicação.

Ginecosofía

Sabiduría Ancestral de las Mujeres

CINE CCBEU

Em fase de treinamento.

Cine Líbero Luxardo

Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves

CINE OLYMPIA

Em fase de treinamento.

Centro Cultural SESC Boulevard

Em fase de treinamento.

BLOG DO BARATA

Em fase de treinamento.

Site da Enecos

Em fase de treinamento.

Xingu Vivo

Em fase de treinamento.

Hupomnemata

Em fase de treinamento.

Manuel Dutra

Em fase de treinamento.