Archive for the ‘Eu vou/fui’ Category

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“O pulso ainda pulsa”

25 de agosto de 2014

Foi o que o Arnaldo veio conversar comigo ontem, no show que fez aqui em Belém. E ele arquitetou tudo pra que a mensagem chegasse direitinho até mim: me arrumou as melhores companhias da noite, preparou o setlist mais foda dos últimos tempos, dançou do jeitinho mais doido possível e não ficou um só minuto sem ser simpaticamente estranho naquele palco…

Um dia pra lembrar que no pulso ainda pulsa saúde, amizade sincera, luta, amor

É claro que sim, como eu poderia estar esquecendo disso?  

Tô numa ressaca gostosa de GRATIDÃO por mais essa viagem cósmica da vida e de ânimo recarregado pra percorrer todo o espaço sideral ~~~~~~~~~ só que agora, na cadeirinha do meu disco voador, só existe espaço para estranhos do bem. É que tô querendo ir mais além 🙂 

#meabraça  (Foto da querida Larissa Costa)

#meabraça (Foto da querida Larissa Costa)

Semelhantes

Semelhantes do meu disco voador  (Foto da Loló)

De alma lavada fomos pro céu

Livre para na-ve-gaaaar (Foto da Loló)

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Menina , amanhã de manhã quando a gente acordar quero te dizer

17 de novembro de 2013

que a felicidade vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens…

Vai mesmo.
A qualquer hora dessas ela desaba e debaixo da cama ninguém se esconde.
Tom Zé é desses caras que sabe das coisas, confio nele.

Valeu aí o show, a calcinha, o rabinho, a vitalidade da interação, a banda, as boas risadas, os reencontros, tudo.

Me senti batendo um papo com um grande brother de longas datas, um papo performático, político e cheio das invencionices.

É que linguagem de maluco, de tão sensível é universal, né isso?

Um cheiro nessa careca pirada, e volte sempre =]

[Show do Tom Zé em Belém. Festival SeRasgum – Hangar(BLARGH, ô lugar escroto pra show!) Sex15Nov]

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Dia de ouvir poesia

2 de março de 2013

cartaz tulipa
A Tulipa tem uma astúcia incrível de cantar minhas neuras e delícias aos 20 e poucos anos. Sinal de que ela já deve ter sofrido muita indecisão sobre o que fazer da vida diante de tanto caos, ter nutrido ermuito amor platônico, muita dor de cotovelo. Já deve ter superado traumas, ter amadurecido, ter desejado amadurecer, ter desejado esquecer, ter feito questão de lembrar. Já dever ter curtido muita vibe entre amores-amigos, pulado e dormido intensos carnavais. Já deve ter brigado sem querer brigar, ter calado quando deveria falar, ter chorado um choro muito sentido e sorrido em horas erradas.

Mas acho que ela, assim como todo mundo, tá sempre querendo amar, amar e amar, e de todas as formas.

é quando ela transforma todo esse amor latente em música e parece estar narrando a minha vida, as nossas vidas.

Hoje a Tulipa vai fazer um show aqui em Belém, na beira do rio, com direito a climinha chuvoso e copão de cerveja.

Então hoje é dia de ouvir poesia, e eu tô esperando especialmente essa aqui, que ela canta com o Lulu Santos:

DOIS CAFÉS

Tem que correr, correr
Tem que se adaptar
Tem tanta conta e não tem grana pra pagar
Tem tanta gente sem saber como é que vai

Priorizar
Se comportar

Ter que manter a vida mesmo sem ter um lugar
Daqui pra frente o tempo vai poder dizer
Se é na cidade que você tem que viver
Para inventar família, inventar um lar
Ter ou não ter
Ter ou não ter
Ter ou não ter
O tempo todo livre pra você

O banco, o asfalto, a moto, a britadeira
Fumaça de carro invade a casa inteira
Algum jeito leve você vai ter que dar

Sair pra algum canto, leva na brincadeira
Se enfia no mato, na cama, na geladeira
Ter algum motivo para se convencer

Que o tempo vai levar
Que o tempo pode te trazer
Que as coisas vão mudar
Que as coisas podem se mexer

Vai ter que se virar para ficar bem mais normal
Vai ter que se virar para fazer o que já é
Bem melhor, menos mal, menos mal
Mais normal
Tem que correr, correr
Tem que se adaptar
Tem tanta conta e não tem grana pra pagar
Tem tanta gente sem saber como é que vai

Priorizar
Se comportar
Ter que manter a vida mesmo sem ter um lugar

O banco, o asfalto, a moto, a britadeira
Fumaça de carro invade a casa inteira
Algum jeito leve você vai ter que dar

Sair pra algum canto, leva na brincadeira
Se enfia no mato, na cama, na geladeira
Ter algum motivo para se convencer
Que o tempo vai levar
Que o tempo pode te trazer
Que as coisas vão mudar
Que as coisas podem se mexer

Vai ter que se virar para ficar bem mais normal
Vai ter que se virar para fazer o que já é
Bem melhor, menos mal, menos mal
Mais normal

Te vejo já, florzinha s2 s2 s2

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“Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?

21 de fevereiro de 2013

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Morar no interior do meu interior
Pra entender porque se agridem,
Se empurram pra um abismo
se debatem
se combatem
sem saber”.

Da Gal.

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Notas mentais: Quadrinhos, Zines, Revistas

31 de janeiro de 2013

1- Nunca mais abandonar as histórias em quadrinho. Elas são fontes saudáveis pra minha mente hiperativa que só vai sossegar quando eu tiver um filho, plantar mais árvores e escrever uma HQ.

2- O quadrinho nacional está vivo. Aqui em Belém, continua dando suspiros em busca do fôlego de novos leitores e de novas (e boas) publicações. Mas tem a seu favor um histórico de vários traços de pessoas apaixonadas pela arte sequencial paraense, que estão empenhadas em não deixar a coisa morrer. Estão de parabéns Andrei Miralha, Otoniel Oliveira, Bichara Gaby, Luís Claudio Negrão, Alan Yango, Joe Bennett e todos os envolvidos na cuidadosa exposição sobre a história do quadrinho paraense e do bate-papo em homenagem ao dia do quadrinho nacional. Vida longa às HQs verde-amarelas!

3-Belém vai fazer 400 anos e precisa de um quadrinho comemorativo. BLURB BLURB (som de ideias borbulhando).

4- A revista Gotaz, do Gotazkaen estúdio,  é o que hoje eu considero como dos mais contemporâneos veículos de comunicação daqui de Belém. Ainda não li todo o exemplar que recebi *gratuitamente*(o patrocínio é da Funarte) lá no lançamento, só passei um pano bem rápido, mas toda a ação do Estúdio em torno dessa segunda edição da revista já é um termômetro pra sacar qual é o papo da galera – e é um papo muito acertado, abrangente e  instigante. Estamos carentes de produções assim pra sacudir o mundo dos impressos água-sal-papel fedido que temos por aqui. Valeu a pena brindar a noite na galeria, sacando a Gotaz. Tá linda!

5- Os Zines boooombam na cena hardcore em Belém. Fiquei de cara com as produções que os camaradas estavam expondo lá no lançamento da Gotaz. Tinha até um zine feminista :D. Comprei o “Feto em conserva”, da Aberrante publicações. Pois é, escolhi o mais excêntrico =p

6- Deixa eu dormir que amanhã tem orientação!

 

See ya

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E foi assim que Michel Maffesoli ganhou toda minha afeição

20 de setembro de 2012

 

 

Com pensamentos inquietantes, bom humor, ironia, outros pontos de vista e meias e cadarços pós-modernos s2

 

[Palestra “Pós Modernidade: A Comunicação e a Alteridade no Mundo Digital” , promovida pelo PPGCom UFPa em parceria com a Aliança Francesa]

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Aos comunicólogos e demais interessados

12 de setembro de 2012

Em Setembro, aqui em Belém, teremos dois bons eventos para se pensar e debater a comunicação. Como isso é coisa rara, vamos tratar de aproveitar 😉

Evento I 

Curso “Introdução à obra de Michel Maffesoli” 

Quando? Dias 13, 14 e 17 de Setembro, das 9 às 13h

Onde? Na sala 6 do PPGCOM-UFPA (que fica dentro da Facom – campus básico, portão 2, em frente ao ginásio)

Quem? Promovido pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia e a Faculdade de Comunicação da UFPA e ministrado pelo Prof. Dr. Fábio Fonseca de Castro.

Como? Inscreva-se GRATUITAMENTE no blog do professor Fábio Castro

Programa: 

Aula 1 – 13 de setembro (5a-feira) 09-13h – na sala 6 do PPGCOM-UFPA
1.     Estrutura geral e temário recorrente da obra de Maffesoli.
2.     A razão sensível: gênese da sociologia à contrapelo.
3.     A obra de Maffesoli no horizonte das sociologias fenomenológicas, compreensivas e hermenêuticas.
Aula 2 – 14 de setembro (6a-feira) 09-13h – na sala 6 do PPGCOM-UFPA
4.     O debate sobre a Pós-modernidade: vagabundagens iniciáticas na cultura contemporânea.
5.     A questão identitária: elogio da identificação.
6.     Tribalizações pós-modernas: ritos e gregarismos contemporâneos.
Aula 3 – 17 de setembro (2a-feira) 09-13h – na sala 6 do PPGCOM-UFPA
7.     O horizonte do imaginário: arcaísmos universais.
8.     Por uma ética da estética: a construção da sociologia da sensibilidade.
9.     Os caminhos abertos pelo Centro de Estudos sobre o Atual e o Quotidiano (Ceaq) da Sorbonne e a recepção da obra de Maffesoli no mundo.
[Eu vou estar na Facom nesses dias ajudando o professor na logística do curso. Contacte-me caso precise de alguma ajuda]
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Evento II
Conferência Internacional “Pós Modernidade: A Comunicação e a Alteridade no Mundo Digital” 
Quem? Com o Sociólogo Francês Michel Maffesoli
Quando? Dia 18 de setembro (3a-feira), das 14 às 19h.
Onde? No Auditório do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA.

A gente se vê por lá 😉

Essas informações eu tirei aqui do recomendadíssimo Hupomnemata

Lúcio Flávio Pinto

A Agenda Amazônica de um jornalismo de combate

Grupo Ecosol

Grupo de Pesquisa em Economia Solidária

Das Lutas

Coletivo

[PONTO DE PAUTA] para o livre debate.

Destina-se a abordar criticamente acontecimentos relacionados à política, à economia e à cultura no Brasil, na Amazônia e no Pará em contraponto com a visão editorial conservadora dos chamados grandes órgãos de comunicação.

Ginecosofía

Sabiduría Ancestral de las Mujeres

CINE CCBEU

Em fase de treinamento.

Cine Líbero Luxardo

Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves

CINE OLYMPIA

Em fase de treinamento.

Centro Cultural SESC Boulevard

Em fase de treinamento.

BLOG DO BARATA

Em fase de treinamento.

Site da Enecos

Em fase de treinamento.

Xingu Vivo

Em fase de treinamento.

Hupomnemata

Em fase de treinamento.

Manuel Dutra

Em fase de treinamento.