Archive for the ‘Cinematique’ Category

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A cada fase do treinamento, uma trilha sonora

22 de novembro de 2013

E dessa vez eu empresto a trilha de Frances Ha pra embalar as correrias desembestadas da vida.

Modern love – David Bowie.

Ouve que tu vais gostar 😉

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Frances Ha

18 de novembro de 2013

Nunca mais tinha me identificado tanto com um filme como aconteceu hoje assistindo Frances Ha.
Acho que desde Melancholia, do Lars Von Trier , embora eles sejam bem diferentes.
Frances Ha é leve, divertidíssimo. Ver o drama da tua vida sendo narrado dessa forma é curiosamente envolvente. Coisas da sétima arte, né não?

Filme super bem dirigido, cenas coreografadas muito naturalmente, fotografia ótima, figurino que eu queria pra mim, casting perfeitão, trilha sonora que tô ouvindo até agora.

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Aqui em Belém ele segue em cartaz no Líbero Luxardo, de quarta (20) a domingo (24).

Maiores informações no Guiart

Deixa de preguiça e vai lá que vale muitíssimo a pena 😉

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Nos créditos

22 de setembro de 2012

Raynéia Machado, assistente de figurino.

hehehe

 

 

 

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Sem vacilo, gente.

30 de abril de 2012

Pendura a preguiça atrás da porta, coloca a sombrinha na bolsa, separa uns borós pro buzão e pra breja after, no bar do parque e vai assistir “O Artista”, brother!

Um filme à altura pra comemorar o centenário do Olympia.

Lero-lero, quem perder é vacilão!

Onde: Cine Olympia

Quando? Até dia 06/05

Que horas? 18:30

Quanto? Entrada franca!

 

Run, Forest! Run! 

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And you, Hulk…

30 de abril de 2012

“SMASH!”

Tô de ressaca de “The Avengers” ainda, ok?

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Meu velhão

15 de abril de 2012

Em 2007 me apaixonei por um vovô de 95 anos: o Cine Olympia.

Depois dele ter virado um espaço municipal, criei o hábito de ir ao Olympia sempre no pós -manhãs-de-domingo na-praça-da-república ou no final de minhas caminhadas despretenciosas pela cidade.

O curioso é que hoje eu consigo perceber que o que me atraía no Olympia nem era tanto a programação de cinema gratuito – sou rata de todas elas – mas sim a esfera do lugar, aquela impressão quase desconfortável de que ali faltava qualquer coisa que eu não sabia descrever, um mistério que me intrigava cada vez mais a cada visita…

Foi quando em 2007 participei da monitoria do evento “O pará nas ondas do rádio”, que aconteceu na sala de cinema do Olympia. Bastaram alguns dias para eu perceber a organicidade daquele espaço. Quanta vida por ali circulava, quanta arte, quantas histórias sussurrada por suas paredes, seu hall de entrada, suas cortinas pesadas, suas largas cadeiras vermelhas, seu piso irregular e seus discretos adornos que nos indicavam seu passado elegante e seu presente de sobrevivência…

Não tinha mais jeito: estava apaixonada pelo velho Olympia.  Não parei mais de visitá-lo e procurei cada vez mais saber de sua história.

“Ele está prestes a completar 100 anos e seria legal que a faculdade de comunicação nos ajudasse na programação de comemoração”, disse dona Nazaré, a senhora que dirige esse espaço com muito carinho e dedicação.

Ei fiquei viajando nessas palavras. Um grande sonho enquanto estive na militância da comunicaçãoo social era construir uma semana pela democratização da comunicação nas dependências do Olympia. Infelizmente (ainda?) não deu certo.

Aí esse ano, que susto eu levei quando recebi um e-mail com a programação de exibições do CENTENÁRIO do cine Olympia!

Deus, como o tempo correu!

Fiquei feliz de ver que havia uma programação muito bem elaborada para comemorar seus 100 anos, seu Olympia. Um pouco triste por não estar nessa construção como planejei tempos atrás, mas estou prestigiando seu centenário como posso. Semana passada fui ver King Kong, o de 1933, muito melhor que esse novo que fizeram.

Mas mais feliz ainda eu fiquei quando vi a programação do “Seminário 100 anos do cinema Olympia“, promovido pela faculdade de cinema da ufpa e pela fumbel, que você pode ver aqui e se inscrever ATÉ TERÇA (17)  aqui.

Eu já me inscrevi e confesso estar ansiosa pelos debates e pelo que virá a partir deles.

Porque pra mim o Olympia não é só uma sala de exibição: é a história do cinema na e da minha cidade, fundido com minha história pessoal.

Também me sinto um pedacinho desse centenário e fico feliz em poder participar dessas comemorações, de verdade.

O cinema mais antigo em funcionamento do Brasil, heim, velhão?

São tempos difíceis para tal façanha…

Vida longa ao cine Olympia!

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Oh Captain, My Captain!

15 de abril de 2012

Assisti “Sociedade dos poetas mortos” (1989. Dirigido por Peter Weir) ontem, pela primera vez, e só aí entendi o porque de minha professora de introdução às ciências sociais, no primeiro semestre do curso de comunicação, ter chorado na sala de aula quando, em um seminário, uma equipe exibiu a cena final deste filme para falar sabe deus sobre o quê (não lembro, realmente).

Dada as iúmeras reacionalidades dos meus coleguinhas ao longo do curso, prefiro passar a acretidar que a equipe falava do poder transfomador da educação, sabe? Prefiro mesmo =]

Porque se um dia eu for professora e conseguir despertar pelo menos alguns % do que o professor John Keating (Robin Williams) despertou em seus alunos nesta ficção, já fico satisfeita.

 

*A todos os (poucos) Captain, My captain! que já tive ou terei nesta vida.*

Lúcio Flávio Pinto

A Agenda Amazônica de um jornalismo de combate

Grupo Ecosol

Grupo de Pesquisa em Economia Solidária

Das Lutas

Coletivo

[PONTO DE PAUTA] para o livre debate.

Destina-se a abordar criticamente acontecimentos relacionados à política, à economia e à cultura no Brasil, na Amazônia e no Pará em contraponto com a visão editorial conservadora dos chamados grandes órgãos de comunicação.

Ginecosofía

Sabiduría Ancestral de las Mujeres

CINE CCBEU

Em fase de treinamento.

Cine Líbero Luxardo

Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves

CINE OLYMPIA

Em fase de treinamento.

Centro Cultural SESC Boulevard

Em fase de treinamento.

BLOG DO BARATA

Em fase de treinamento.

Site da Enecos

Em fase de treinamento.

Xingu Vivo

Em fase de treinamento.

Hupomnemata

Em fase de treinamento.

Manuel Dutra

Em fase de treinamento.